A frente do Instituto Olga Kos de Inclusão há 16 anos, sei o quanto este perfil pode contribuir, sendo fundamental para uma sociedade mais igualitária e sustentável. Este grupo tem pouco ou quase nenhum lugar de fala e luta contra o infantilismo, o capacitismo. A ausência nos espaços de decisão, na gestão municipal, estadual, federal, nas instituições privadas, testifica o quanto a nossa sociedade resiste, reduz, exclui a pessoa com deficiência do debate.